domingo, 28 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
homem vestido de papai noel mata 6 pessoas;

LOS ANGELES, ESTADOS UNIDOS - Pelo menos seis pessoas foram mortas por um homem vestido de Papai Noel que disparou contra parentes de sua ex-mulher e depois incendiou uma casa durante a festa de Natal, informou a polícia de Los Angeles na quinta-feira.
Bruce Jeffrey Pardo, de 45 anos, o único suspeito pelo crime cometido em Covina, Califórnia, cometeu suicídio posteriormente e seu corpo foi encontrado na casa de um parente perto de Sylmar, de acordo com a polícia.
acho que ele estava de saco cheio delas
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
miojing;
prole, a receita milenar do miojo, hoje, é revelada a humanidade. ai vai:
ingredientes:
1 miojo
modo de preparo:
pegue um recipiente, que caiba algo em torno de 1 litro de água, evite recipientes de plástico, eles costumam derreter sob altas temperaturas. e a vasilha de seu cachorro, não é um recipiente valido.
vá até a cozinha, lá tem um dispositivo, que após a abertura do mesmo, ele libera um líquido inodor, incolor e insipido, que em algumas culturas é conhecido como água.
encha seu recipiente com 4 dedos dessa 'água' e coloque no forno, a água não vai ferver enquanto você não ligar o fogo. evite tocar no fogo.
espere a água borbulhar, enquanto isso, você abra seu miojo e vá comendo ele cru, evite comer mais da metade assim, e também não coma o pó. evite inala-lo.
assim que água ferver, ponha seu macarrão nela(?) e coloque o condimento :)
mexa.
mexa.
mexa mais um pouco.
desligue o fogo.
não toque na panela, sem a devida proteção, ecite utilizar coisas de plástico como proteção, elas costumam derreter sob altas temperaturas.
despeje o conteúdo da panela, em um recipiente circular, fundo, que se chama prato.
para maior aproveitamento do alimento, use as mãos.
marrén?
era uma vez quatro pessoas eram chamadas: 'todomundo', 'alguém', 'qualquerum' e 'ninguém.
havia um importante trabalho para ser feito e 'todomundo acreditava que 'alguém iria fazê-lo, mas, 'ninguém fez.
'alguém' ficou muito aborrecido com isso, por que entendia que sua execução era de responsabilidade de 'todomundo'.
'todomundo pensou que 'qualquerum' poderia faze-lo, mas 'ninguém' imaginou que 'todomundo' não faria.
moral: 'todomundo' culpou 'alguém', quando 'ninguém' fez o que 'qualquerum' poderia ter feito.
domingo, 21 de dezembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
veja bem;
o segredo da criatividade é saber esconder suas fontes;
por isso, se o que você viu aqui, lhe é familiar... é uma mera coincidência.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
pega no meu carvalho;
É pau, e rei dos paus, não marmeleiro,Bem que duas gamboas lhe lobrigo; Dá leite, sem ser árvore de figo, Da glande o fruto tem, sem ser sobreiro:
Verga, e não quebra, como zambujeiro;Oco, qual sabugueiro tem o umbigo; Brando às vezes, qual vime, está consigo; Outras vezes mais rijo que um pinheiro:
À roda da raiz produz carqueja: Todo o resto do tronco é calvo e nu; Nem cedro, nem pau-santo mais negreja!
Para carvalho ser falta-lhe um U; [carualho] Adivinhem agora que pau seja, E quem adivinhar meta-o no cu
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
baleias e petúnias;
um vaso de petúnias e uma baleia cachalote, apareceram subitamente, quilômetros acima da superfície de um planeta estranho.
E como não é este o meio ambiente natural das baleias em geral, a pobre e inocente
criatura teve pouco tempo para se dar conta de sua identidade "enquanto" cachalote, pois
logo em seguida teve de se dar conta de sua identidade "enquanto" cachalote morto.
Segue-se um registro completo de toda a vida mental dessa criatura, do momento
em que ela passou a existir até o momento em que ela deixou de existir.
Ah...! O que está acontecendo?, pensou o cachalote.
Ah, desculpe, mas quem sou eu?
Ei!
Por que estou aqui? Qual a minha razão de ser?
O que significa perguntar quem sou eu?
Calma, calma, vamos ver... ah! que sensação interessante, o que é? É como...
bocejar, uma cócega na minha... minha... bem, é melhor começar a dar nome às coisas para
eu poder fazer algum progresso nisto que, para fins daquilo que vou chamar de discussão,
vou chamar de mundo. Então vamos dizer que esta seja minha barriga.
Bom. Ah, está ficando muito forte. E que barulhão é esse passando por aquilo que
resolvi chamar de minha cabeça? Talvez um bom nome seja... vento! Será mesmo um bom
nome? Que seja... talvez eu ache um nome melhor depois, quando eu descobrir pra que ele
serve.
Deve ser uma coisa muito importante, porque tem muito disso no mundo. Epa! Que
diabo é isso? É... vamos chamar essa coisa de rabo. Isso, rabo. Epa! Eu posso mexê-lo
bastante! Oba! Oba! Que barato! Não parece servir pra muita coisa, mas um dia eu descubro
pra que ele serve. Bem, será que eu já tenho uma visão coerente das coisas?
Não.
Não faz mal. Isso é tão interessante, tanta coisa pra descobrir, tanta coisa boa por
vir, estou tonto de expectativa...
Ou será o vento?
Realmente tem vento demais aqui, não é?
E, puxai Que é essa coisa se aproximando de mim tão depressa? Tão depressa. Tão
grande e chata e redonda, tão... tão... Merece um nome bem forte, um nome tão... tão...
chão! É isso! Eis um bom nome: chão!
Será que eu vou fazer amizade com ele?
E o resto após um baque súbito e úmido é silêncio.
Curiosamente, a única coisa que passou pela mente do vaso de petúnias ao cair foi:
Ah, não, outra vez! Muitas pessoas meditaram sobre esse fato e concluíram que, se
soubéssemos exatamente por que o vaso de petúnias pensou isso, saberíamos muito mais a
respeito da natureza do Universo do que sabemos atualmente.
E como não é este o meio ambiente natural das baleias em geral, a pobre e inocente
criatura teve pouco tempo para se dar conta de sua identidade "enquanto" cachalote, pois
logo em seguida teve de se dar conta de sua identidade "enquanto" cachalote morto.
Segue-se um registro completo de toda a vida mental dessa criatura, do momento
em que ela passou a existir até o momento em que ela deixou de existir.
Ah...! O que está acontecendo?, pensou o cachalote.
Ah, desculpe, mas quem sou eu?
Ei!
Por que estou aqui? Qual a minha razão de ser?
O que significa perguntar quem sou eu?
Calma, calma, vamos ver... ah! que sensação interessante, o que é? É como...
bocejar, uma cócega na minha... minha... bem, é melhor começar a dar nome às coisas para
eu poder fazer algum progresso nisto que, para fins daquilo que vou chamar de discussão,
vou chamar de mundo. Então vamos dizer que esta seja minha barriga.
Bom. Ah, está ficando muito forte. E que barulhão é esse passando por aquilo que
resolvi chamar de minha cabeça? Talvez um bom nome seja... vento! Será mesmo um bom
nome? Que seja... talvez eu ache um nome melhor depois, quando eu descobrir pra que ele
serve.
Deve ser uma coisa muito importante, porque tem muito disso no mundo. Epa! Que
diabo é isso? É... vamos chamar essa coisa de rabo. Isso, rabo. Epa! Eu posso mexê-lo
bastante! Oba! Oba! Que barato! Não parece servir pra muita coisa, mas um dia eu descubro
pra que ele serve. Bem, será que eu já tenho uma visão coerente das coisas?
Não.
Não faz mal. Isso é tão interessante, tanta coisa pra descobrir, tanta coisa boa por
vir, estou tonto de expectativa...
Ou será o vento?
Realmente tem vento demais aqui, não é?
E, puxai Que é essa coisa se aproximando de mim tão depressa? Tão depressa. Tão
grande e chata e redonda, tão... tão... Merece um nome bem forte, um nome tão... tão...
chão! É isso! Eis um bom nome: chão!
Será que eu vou fazer amizade com ele?
E o resto após um baque súbito e úmido é silêncio.
Curiosamente, a única coisa que passou pela mente do vaso de petúnias ao cair foi:
Ah, não, outra vez! Muitas pessoas meditaram sobre esse fato e concluíram que, se
soubéssemos exatamente por que o vaso de petúnias pensou isso, saberíamos muito mais a
respeito da natureza do Universo do que sabemos atualmente.
coca;

não seu viciado, não é o pó
estou falando do maior simbolo, já existente na humanidade. quantas vezes você foi ao interior, e no primeiro mercadinho perguntou:
-oi. tem coca?
simplesmente, é impossível, um grupo de pessoas, se sustentar, sem o tal líquido. por isso se vê, que sociedades que desfrutam de 'guaraná jesus, fé até no estomago' não evoluem ao ponto de ter playstations 2.
capitalismo? sim,
globalização? sim,
úlcera? as vezes.
'por bernardo mendonça.
fingindo minimalismo;

já se foi o tempo, em que se alimentava de leite com pera, ovomaltine, que se empinava pipa em ventilador - já dizia gil brother - hoje em dia, nesse mundo capitalista, extremamente minimalista e sensorialmente devastado, a população não aguenta viver um dia sem a parcial inutilidade mantida em cobertores aquecidos - ou não - e colchões de água. os hippies, não passam de bípedes, que abdicaram dessa total falta de absurdo, para se vender pulseiras na praia, e como já dizia o grande gaspar: 'boca que bebe cachaça, não merece beijo. mas tem uns que beijam de vez em quando'. nessa temática filosofia de bar, se sucedeu a guerra fria, duas regiões conglomeradas de obesos e de inúteis, brigando por um último pacote de ervilhas congeladas.
e o tal do rolex? como assim, nadando em superfulos materiais, e fingidas transcendencias mentais, se consegue um patamar de existencia - precaria, por sinal - desse nivel? não. não se toca nesses assuntos.
ainda existem - fracos, oprimidos e sofredores - seres, desiguais, fugindo da falsa ética, IMORAL, dessa sociedade submissa e dissimulada.
'por bernardo mendonça.
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